13 de ago de 2008

Uma visão sobre a doença de Alzheimer

Estudo muito sobre comportamento humano e colhi várias informações de livros e textos sobre os sintomas da doença de Alzheimer e acho que encontrei um resumo, (bem sintetizado) onde vc, que está sem respostas para tudo, poderá entender o processo da demência em nossas vidas.

Não espero que acredite, mas que reflita sobre o texto, pois deste, poderá inclusive, livrá-lo de um futuro como o de seu ente querido.

Se cuide. Se ame. Faça aquilo que acha que deva ser feito independente do que as pessoas "achem".

Se arrependa do que FEZ, mas nunca, jamais daquilo que poderia ter feito, mas por covardia não foi adiante. Esse é o pior de TODOS os ARREPENDIMENTOS!

A Doença de Alzheimer é uma doença que ainda não desempenha um papel importante na consciência dos ainda não afetados. 

Quando Dr Alois Alzheimer descreveu a enfermidade para a comunidade médica há um século atrás, pouca coisa foi feita em relação a se dar uma relevante importância a gravidade social, familiar que envolvem os sintomas iniciais da doença .


A memória social está muito prejudicada, caduca e sem consciência do que estamos para enfrentar futuramente.
A sociedade atualmente não tem memória, inteligência, capacidade de decisão. Perdeu a linguagem, a orientação, a sensação de ritmo, emfim, a razão pela qual lutar por um mundo melhor.

Esse todo reflete na parte, na fração que chamamos indivíduo . Vivemos no passado - todos nós - nos bons tempos.
Os dias atuais são difíceis e confusos . Somos perturbados pelas desgraças alheias a nossa vida particular. Estamos declinando nosso comportamento, nossas ações. Estamos inquietos, agitados, intranqüilos.

Estamos dando pequenos passos a frente e muitos atrás. Não reconhecemos mais nossos irmãos, pais, maridos, filhos como pessoas amigas, queridas.

Perdemos os caminho. Queremos colo . Queremos que tomem conta da gente , queremos atenção, mas ninguém tem tempo para nos dar. Não queremos ser responsáveis por nada e por ninguém, é tudo muito difícil.


Queremos ficar na sombra de nossas almas, mas somos forçados a interagir com quem não queremos ou não podemos reconhecer como “conhecido”.


Nosso objetivo na vida está cada vez mais longe, distante do ideal... Perdeu-se no caminho .
Não sabemos mais onde estamos e por que estamos e para onde deveremos ir.
Não há luz, não há esperança. Nos deprimimos. Temos medo de tudo , do escuro, da solidão, do outro.

Perambulamos pelas ruas a procura de um rosto amigo, uma identificação com um passado querido, mas a busca é em vão e nos entregamos a gritar, a chorar, a xingar, a bater com toda nossa força, que pouco ainda nos resta.



Precisamos de orientação , de uma mão amiga que nos diga onde devemos ir . Um abraço apertado e uma voz nos dizendo: Vai dar tudo certo. Tudo vai terminar bem...

Alzheimer é uma despedida que leva anos...

A medicina chinesa e os estudos psicológicos de correlação das doenças com os padrões mentais do ser humano mostram que o mal de Alzheimer ocorre com pessoas que teimaram a vida inteira em não aceitar a vida como ela é.



Na verdade sempre procuraram controlar os acontecimentos ou os pensamentos dos outros à sua maneira, mas, quando contrariados , acabaram gerando para si mesmas frustração e raiva.


Por isso, a única saída para aqueles que resistem em mudar seu modo de ver a vida “é começar a esquecê-la”, o que vai revelar o outro extremo de seu ego controlador e indefeso.

Essas pessoas perdem, inconscientemente, a esperança de transformar o ambiente em que vivem e “partem para um estado de demência” a fim de relaxar.

Entenda que enquanto a consciência foge dos processos da vida pelos estranhos caminhos da amnésia, da demência, das drogas ou do sono, o inconsciente do ser humano permanece intacto e ativo em seu ritmo instintivo de emoções e de necessidades fisiológicas e biológicas.

Procure entendê-lo tratando-o com amor e paciência, mesmo que ele se mostre violento e esquecido, pois esse comportamento é típico de sua obstinada resistência em não querer ajuda.

Ele sabe, inconscientemente , que essa ajuda, certamente, vai “curá-lo”, fará com que ele viva no aqui e no agora e é tudo que ele não quer , o que o obrigaria a ter de dar o braço a torcer contra a sua vontade.

Converse com seu subconsciente como se estivesse conversando com uma pessoa normal, o que, na realidade, ele é, apenas carrega medos maiores que sua vontade.

Não duvide daquilo que ainda você não tem total conhecimento, coisas não são exatamente como vemos com os olhos físicos.

Livros pesquisados - Cristina Cairo e Dr. Rüdger Dahlke

Nenhum comentário:

Cérebro de alguém com Alzheimer - Direito

Cérebro de alguém com Alzheimer - Direito

MEUS BLOGs