23 de dez de 2010

Alzheimer - descoberto diagnóstico precoce

Essa semana fomos surpreendidos com a notícia que exames de punção lombar combinada com a ressonância magnética do cérebro podem revelar início dos sintomas da demência, em particular - Alzheimer.

A doença afeta mais de 20 milhões de pessoas em todo o mundo e tende a crescer a cada dia assustadoramente. 

Investigadores britânicos anunciaram ter encontrado uma forma de detectar Alzheimer anos antes dos primeiros sintomas surgirem, o que era praticamente impossível, pois a demência do tipo Alzheimer podia ser confundida com outro tipo de demência ou enfermidade que apresentasse as mesmas características iniciais, tais como, depressão, cansaço, desanimo, perda das funções cognitivas numa escala gradual.

Muitas enfermidades apresentam esses sintomas iniciais, de que algo está muito errado!

Os exames dos cientistas do Instituto de Neurologia da Universidade de Londres (College University) verificaram duas coisas: se o cérebro está encolhendo e a presença de níveis baixos de uma proteína, a amiloide, no líquido cérebro-espinhal, que envolve o cérebro e a espinal-medula, segundo explica a britânica BBC. 

A equipe do Instituto de Neurologia londrino acredita que detectando os primeiros sintomas da  demência do tipo Alzheimer - na sua fase inicial, a administração, mais cedo, de medicamentos próprios, poderiam retardar ou cessar o desenvolvimento da mesma, levando o paciência a uma vida sem dependência de terceiros para as atividades cotidianas.

Para confirmar esta teoria, a equipe recrutou 105 voluntários saudáveis. Os resultados revelaram que os cérebros dos indivíduos com baixos níveis de amiloide (38% do grupo) encolhem duas vezes mais rápido do que os restantes voluntários. 

Estes indivíduos tinham 5 vezes mais probabilidades de ter o gene APOE4 (do Alzheimer) e apresentavam altos níveis de uma outra proteína identificada nos casos da doença, a tau. 

Embora seja cedo para saber se algum destes voluntários vai desenvolver Alzheimer, os investigadores acreditam que as suspeitas podem ser confirmadas no futuro e, assim, permitir quais medicamentos irão atrasar ou prevenir a demência.

Lembrando sempre:
Por mais que a ciência investigue soluções para retardar ou parar ou melhorar a vida desses enfermos, temos que focar no seguinte.

TODO SINTOMA É RESULTADO DE UMA DESARMONIA NO AMBIENTE.

Os sintomas apenas estão dizendo que o indivíduo não quer mudar sua forma de ver o mundo. Prefere que o MUNDO mude. E se o mundo não fizer o que ele quer... então ele elegerá um mundinho onde se encontra seguro e protegido, sem necessidade de ser agredido diariamente pelo ambiente.

Espero sinseramente que todos entendam como a doença funciona, pois estamos fugindo das nossas responsabilidades e mergulhando em doenças cada vez mais irremediáveis...

enfermidade é INFORMAÇÃO desordenada! 








10 de set de 2010

Cuidador - sem data de validade

Um estudo em 2009 por amostragem identificou que o número de domicílios no Brasil foi estimado em 58,6 milhões de unidades e que a população brasileira chega hoje a 191,8 milhões de pessoas, sendo que as mulheres estão em maior numero 51,3% (cerca de 97 milhões) e os homens, 48,7% - (cerca de 91 milhões do total)

Nos trabalhos do censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2010, algumas coisas me chamam a atenção – o número sensível na diminuição do ritmo de crescimento da população brasileira.  

O envelhecimento da população está gritante em face ao declínio da juventude no país O censo nos alerta que aumentou muito a quantidade de domicílios que estão com apenas um morador, mas que necessariamente não se trata de um idoso.

São 12% dos domicílios (quase 7 milhões) com apenas um morador, um número cada vez maior de moradores solitários por residência.

A estrutura etária dessa população continuou apresentando tendência de envelhecimento e em 2009, 11,3% (21 milhões de pessoas) tinham 60 anos ou mais de idade frente a 9,7% em 2004. O crescimento no número de idosos é o triplo da população como um todo nesse momento.

Na comparação entre 2008 e 2009, houve redução de 642 mil pessoas na população até 24 anos de idade, enquanto a faixa etária de 25 a 59 anos aumentou em 1,8 milhão de pessoas. A maioria dos viúvos está na população feminina, sendo que o percentual de viúvas (9,4%) foi mais de 4 vezes superior ao de viúvos (2,2%).

Lembrando que o envelhecimento de uma população trás um impacto grande nas políticas educacionais, de saúde e previdenciária de um país, imagine então o estrago que não faz no nosso precioso Brasil que padece de insuficiência estrutural nesses 3 campos.

Dia 21 de setembro vamos não só lembrar dos doentes acometidos da demência do tipo Alzheimer, mas lembrar preocupadamente com o destino das pessoas que lidam com esses doentes. Devemos lembrar que atrás de um idoso doente, há outros idosos tão frágeis quanto, segurando tudo.

Vocês podem achar que estou sempre me preocupando mais com a saúde do CUIDADOR do que o enfermo de Alzheimer, isso porque eu entendo que existem escolhas na vida e as fazemos a cada segundo.

Não é uma escolha consciente ser cuidador de um parente com Alzheimer para muitos e quando se faz essa escolha, geralmente não é feita com o coração, mas com um sentimento de “o que os outros vão pensar” se eu não cuidar dele?.

Recebo muitas relatos de familiares com problemas seríssimos de infra-estrutura domiciliar, financeira e social, mas bancam uma situação de ter o idoso demente sob sua guarda (além de suas forças) temerosos de um julgamento social.

“Que filha má, essa que não cuida de seus pais!”

Geralmente os filhos “homens” estão isentos dessa obrigação, se houver irmãs que façam o serviço. E na maioria esmagadora racai sobre a filha mais velha ou solteira ou divorciada – uma forma de compensação dos outros irmãos - que acreditam que por ela não ter filhos e ou marido viva uma vida maravilhosa e livre de "compromissos". E por que a mais velha? Ah, já viveu mais que os outros!

Preocupo-me com essas mulheres que assumem essa tarefa e não há ninguém para ajudá-las nisso, apenas dedos que apontam e julgam pelas aparências.

Devemos ficar cientes que todo CUIDADOR se fragiliza com esses cuidados que duram anos. Muitos caem doentes durante e depois, isso quando não falecem logo após do doente.

Estamos ficando sozinhos em nossas casas. Os filhos já cresceram, o marido se foi (seja lá como) e os parentes sumiram. Cada um com seus problemas diários. Estamos sozinhos não porque moramos só em uma residência, mas sozinhos dentro de nossas cabeças, sozinhos dentro de nossa mísera condição de vida.

Não temos evolução espiritual suficiente para entender que a vida não é só acordar, trabalhar, pagar contas, comprar comida e remédios. Temos uma missão aqui e essa missão diz respeito ao desenvolver de cada um de nós como seres imortais que somos.

Temos que acreditar que cada um tem um caminho a seguir, uma missão a cumprir e cada um fez e faz a sua escolha dentro do melhor possível e que o outro não deve “pagar” por sua responsabilidade. Devemos ser responsáveis por todos, mas nunca, de maneira nenhuma, em nenhuma hipótese, esquecer que NÓS estamos no topo da lista das pessoas a serem cuidadas, estimadas e amadas. Se ame primeiro para poder saber como é amar o próximo.

 
No dia do Alzheimer devemos ficar alertas para não escolher esse caminho.

Demência é fuga de uma vida que não há mais sentido.

Por isso, encare sua vida de frente. Não se importe com o que os outros digam, mas sim o que seu coração lhe diz. 

Ponha para fora o que pensa, pois se não o fizer, isso só fará te esquecer quem você realmente é...


laura botelho

23 de jun de 2010

Sorria mais.

A maneira como você vê o mundo, seu ambiente, será proporcional ao retorno de suas expectativas.
Aprenda a sorrir. Aprenda a encontrar sentido no que faz, vê e sente.


Seu mundo muda a partir do momento que você muda.



Assista a esse video e mude sua maneira de ver seu mundo



Validation en Español. from neuromanagement on Vimeo.

Cérebro de alguém com Alzheimer - Direito

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